Tudo foi feito com poucos meios e com muito esforço
Foi recebida com aplausos, no final da projecção, a curta metragem «7 balas», de Diogo Coelho, jovem realizador do Barreiro.
Inspirado no seu ídolo Tarantino, Diogo Coelho realizou a sua primeira curta-metragem, que foi “rodada em três dias”, na aldeia Faro do Alentejo, concelho de Cuba, em Setembro de 2013.
Na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, decorreu a estreia da curta-metragem independente “7 Balas", uma obra realizada e escrita por Diogo Coelho, jovem do Barreiro, que, com este projecto, concretizou o seu primeiro trabalho independente de realizador.
Tudo foi feito com poucos meios e com muito esforço
Diogo Coelho, na abertura da sessão, recordou que “a ideia nasceu no ano 2012” e foi concretizada no ano 2013.
Como inspirador para o seu trabalho referiu Quentin Tarantino, uma nome que “idolatrava”.
Referiu que a curta-metragem foi “rodada em três dias”, no Alentejo, concelho de Cuba.
“Foram três dias de convívio, no decorrer dos quais criámos vontade de realizar trabalhos futuros”, sublinhou.
Salientou as condições técnicas para produzir – “o equipamento é todo nosso”.
“Tudo foi feito com poucos meios e com muito esforço”, disse.
Realizador deu “liberdade criativa”
Lourenço Seruya, actor da curta metragem, referiu que aceitou participar no projecto porque era “uma história bem construída” e o realizador deu “liberdade criativa”, permitindo que “os actores pensassem e tivessem ideias”.
Diogo Leite, actor, sublinhou que sentiu-se bem no seu trabalho e afirmou – “o trabalho final tem um belo resultado”.
País não é receptivo a este tipo de projectos
João Nuno, actor, referiu que sentiu-se honrado em participar na curta metragem, sublinhou a dedicação do realizador e a sua satisafação com o resultado final é – “agradável”.
Lamentou que estejamos a viver – “num país que não é receptivo a este tipo de projectos”.
João Iria, actor, referiu que participar neste projecto foi – “um bom desfaio ao nível criativo”, acrescentando que – “deu-me a possibilidade de fazer uma coisa que nunca tinha feito”
Falta vontade apostarmos em nós
Após a projecção da curta metragem realizou-se uma troca de ideias, onde se comentou o cinema português, uma realidade cultural que segundo o realizador Diogo Coelho – “não permite que hajam pessoas que renovem”, afirmando que “o cinema português começa velho e acaba novo.
Na sua opinião não são criadas oportunidades – “falta vontade apostarmos em nós”.
Foi referida a importância de serem acarinhados este tipo de projectos – “devemos começar por aí”.
Um projecto multidisciplinar
Diogo Coelho, realizador, sublinhou que a realização deste projecto é o ponto de partida para o desenvolvimento de outros objectivos que podem passar pela criação de uma banda desenhada, jogos e outras dinâmicas, como a produção de outras curtas-metragens, envolvendo um trabalho de uma equipa multidisciplinar.
Sinopse:
Em fuga após uma emboscada, quatro membros de um grupo criminoso refugiam-se numa casa no Alentejo, propriedade de um deles.
Isolados do mundo em redor e obrigados a conviver unicamente entre si, cedem ao trauma provocado pela paranóia e despertam as suas verdadeiras naturezas, conduzindo-os a actos que põem em risco a sua sobrevivência.
Elenco:
Apache - Diogo Leite
Elias - Lourenço Seruya
Cid - João Iria
Lucas -João Nuno Monteiro
Vulto - Diogo Coelho
Ficha Técnica:
Realizador - Diogo Coelho
Argumento - Diogo Coelho, Diogo Trindade e João Iria
Operadores de Câmara - Diogo Coelho e Diogo Trindade
Edição e Pós-Produção - Diogo Coelho
Captação de ADR - Diogo Coelho
Pós-Produção de Som - Diogo Trindade
Produção- Eunice Gonçalves
Catering - Eunice Gonçalves
Tempo - 40 minutos
Foi recebida com aplausos, no final da projecção, a curta metragem «7 balas», de Diogo Coelho, jovem realizador do Barreiro.
Inspirado no seu ídolo Tarantino, Diogo Coelho realizou a sua primeira curta-metragem, que foi “rodada em três dias”, na aldeia Faro do Alentejo, concelho de Cuba, em Setembro de 2013.
Na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, decorreu a estreia da curta-metragem independente “7 Balas", uma obra realizada e escrita por Diogo Coelho, jovem do Barreiro, que, com este projecto, concretizou o seu primeiro trabalho independente de realizador.
Tudo foi feito com poucos meios e com muito esforço
Diogo Coelho, na abertura da sessão, recordou que “a ideia nasceu no ano 2012” e foi concretizada no ano 2013.
Como inspirador para o seu trabalho referiu Quentin Tarantino, uma nome que “idolatrava”.
Referiu que a curta-metragem foi “rodada em três dias”, no Alentejo, concelho de Cuba.
“Foram três dias de convívio, no decorrer dos quais criámos vontade de realizar trabalhos futuros”, sublinhou.
Salientou as condições técnicas para produzir – “o equipamento é todo nosso”.
“Tudo foi feito com poucos meios e com muito esforço”, disse.
Realizador deu “liberdade criativa”
Lourenço Seruya, actor da curta metragem, referiu que aceitou participar no projecto porque era “uma história bem construída” e o realizador deu “liberdade criativa”, permitindo que “os actores pensassem e tivessem ideias”.
Diogo Leite, actor, sublinhou que sentiu-se bem no seu trabalho e afirmou – “o trabalho final tem um belo resultado”.
País não é receptivo a este tipo de projectos
João Nuno, actor, referiu que sentiu-se honrado em participar na curta metragem, sublinhou a dedicação do realizador e a sua satisafação com o resultado final é – “agradável”.
Lamentou que estejamos a viver – “num país que não é receptivo a este tipo de projectos”.
João Iria, actor, referiu que participar neste projecto foi – “um bom desfaio ao nível criativo”, acrescentando que – “deu-me a possibilidade de fazer uma coisa que nunca tinha feito”
Falta vontade apostarmos em nós
Após a projecção da curta metragem realizou-se uma troca de ideias, onde se comentou o cinema português, uma realidade cultural que segundo o realizador Diogo Coelho – “não permite que hajam pessoas que renovem”, afirmando que “o cinema português começa velho e acaba novo.
Na sua opinião não são criadas oportunidades – “falta vontade apostarmos em nós”.
Foi referida a importância de serem acarinhados este tipo de projectos – “devemos começar por aí”.
Um projecto multidisciplinar
Diogo Coelho, realizador, sublinhou que a realização deste projecto é o ponto de partida para o desenvolvimento de outros objectivos que podem passar pela criação de uma banda desenhada, jogos e outras dinâmicas, como a produção de outras curtas-metragens, envolvendo um trabalho de uma equipa multidisciplinar.
Sinopse:
Em fuga após uma emboscada, quatro membros de um grupo criminoso refugiam-se numa casa no Alentejo, propriedade de um deles.
Isolados do mundo em redor e obrigados a conviver unicamente entre si, cedem ao trauma provocado pela paranóia e despertam as suas verdadeiras naturezas, conduzindo-os a actos que põem em risco a sua sobrevivência.
Elenco:
Apache - Diogo Leite
Elias - Lourenço Seruya
Cid - João Iria
Lucas -João Nuno Monteiro
Vulto - Diogo Coelho
Ficha Técnica:
Realizador - Diogo Coelho
Argumento - Diogo Coelho, Diogo Trindade e João Iria
Operadores de Câmara - Diogo Coelho e Diogo Trindade
Edição e Pós-Produção - Diogo Coelho
Captação de ADR - Diogo Coelho
Pós-Produção de Som - Diogo Trindade
Produção- Eunice Gonçalves
Catering - Eunice Gonçalves
Tempo - 40 minutos
fonte: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=8000042&mostra=2
Para saber mais sobre Curta Metragem On Line acesse cursosraizesculturais.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário